Chega em determinada parte de sua jornada e constata que foi bem mais fácil desenvolver-se em alguns aspectos do que em outros. Nota falhas, rupturas, espaços em branco... lamenta. Sofre, por vezes, por achar realmente que podia ter feito algo de diferente. Não sofre, por vezes, por achar que uma atitude ou passo ou mesmo um raciocínio diferenciado, poderia sumir com o que conquistou hoje, pelas mesmas falhas do ontem. Entende, entre um tímido sorriso e um olhar perdido no horizonte, que falhas são aceitáveis e necessárias. Nem sempre entende. Se perde para se encontrar segundos depois.
A música toca, a lágrima desce. Não chora de tristeza ou perda. Não chora.. se comove, se emociona. Observa cauteloso, bem à sua frente, algo que deu certo... calma, pode ser ficção. Respira e volta ao seu particular mundo. Quer ter tudo que julga precisar. Não quer... sente. Inspira. Sabe o que é preciso. Sabe que saber o que é preciso não lhe traz nada! Precisa armar-se de mais coração e quer novamente a lágrima. A palpitação deixa tudo intranqüilo, em meio ao momento mais pacífico de todos. Sente tudo nos poros, na alma. Toca com os olhos, tudo o que não expressa.
Quer o mais desejado presente. Já o tem. Quer viver e vive. Caminha sobre fantasiosas, imaginárias e infantis nuvens. As desenha em sua mente. Banha-se de Sol em qualquer estação. Pensa em construir, lapidar, conhecer e reconhecer. Perde-se e encontra-se entre números. Números são infinitos. Anseia por aquilo que deseja, deseja aquilo que já tem. De certa forma. Analisa tudo através de um chão que não inferioriza. Cuida sem o toque. Encolhe com o sopro. Supera mitos e lendas urbanas. É lutador... nem sempre. Precisa ser. Precisa proteger e cuidar. Desvenda os mistérios das inéditas sensações... com moderação. Pula e não cai. Não mais. Saboreia o mais belo momento, dentro do mais puro sorriso. Procura novas tonalidades, novos sons, novos formatos. Aceita que isso não se faz necessário. Aceita em parte.
Quer absolutamente tudo! Quer intensidade em meio à calmaria. Quer paixão de cinema e beijo de amor. Quer se declarar, com ou sem as melhores palavras. Quer ser o amigo que jamais lhe vira as costas. Quer pecar pela repetição de todas aquelas coisas óbvias. Quer envolver-se no abraço que mais lhe completa. Quer ser inesquecível. Quer ser tudo o que puder ser. Quer viver este amor e nenhum outro.
A música toca, a lágrima desce. Não chora de tristeza ou perda. Não chora.. se comove, se emociona. Observa cauteloso, bem à sua frente, algo que deu certo... calma, pode ser ficção. Respira e volta ao seu particular mundo. Quer ter tudo que julga precisar. Não quer... sente. Inspira. Sabe o que é preciso. Sabe que saber o que é preciso não lhe traz nada! Precisa armar-se de mais coração e quer novamente a lágrima. A palpitação deixa tudo intranqüilo, em meio ao momento mais pacífico de todos. Sente tudo nos poros, na alma. Toca com os olhos, tudo o que não expressa.
Quer o mais desejado presente. Já o tem. Quer viver e vive. Caminha sobre fantasiosas, imaginárias e infantis nuvens. As desenha em sua mente. Banha-se de Sol em qualquer estação. Pensa em construir, lapidar, conhecer e reconhecer. Perde-se e encontra-se entre números. Números são infinitos. Anseia por aquilo que deseja, deseja aquilo que já tem. De certa forma. Analisa tudo através de um chão que não inferioriza. Cuida sem o toque. Encolhe com o sopro. Supera mitos e lendas urbanas. É lutador... nem sempre. Precisa ser. Precisa proteger e cuidar. Desvenda os mistérios das inéditas sensações... com moderação. Pula e não cai. Não mais. Saboreia o mais belo momento, dentro do mais puro sorriso. Procura novas tonalidades, novos sons, novos formatos. Aceita que isso não se faz necessário. Aceita em parte.
Quer absolutamente tudo! Quer intensidade em meio à calmaria. Quer paixão de cinema e beijo de amor. Quer se declarar, com ou sem as melhores palavras. Quer ser o amigo que jamais lhe vira as costas. Quer pecar pela repetição de todas aquelas coisas óbvias. Quer envolver-se no abraço que mais lhe completa. Quer ser inesquecível. Quer ser tudo o que puder ser. Quer viver este amor e nenhum outro.

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